Gestão de rejeitos biomédicos no Caribe Oriental

Os rejeitos biomédicos podem ser perigosos para a saúde humana e do meio-ambiente se não tratados adequadamente. Para avaliar e melhorar a gestão dos rejeitos biomédicos no Caribe Oriental, o Dr. Martín Forde do Departamento de Saúde Pública e Medicina Preventiva, Faculdade de Medicina, Universidade de St. George, Granada, realizou uma revisão das práticas da gestão dos rejeitos biomédicos em nove membros da Organização de Estados do Caribe Oriental (OECS) por um prazo de quatro meses no ano 2007. A PAHEF ofereceu o apoio a Windward Islands Research and Education Foundation (WINDREF) para financiar o projeto.

Métodos

A pesquisa do Dr. Forde inclui, em primeiro lugar, entrevistas pessoais e viagens aos lugares de gestão de rejeitos e instalações de tratamento com os nove membros estatais da OECS. Também se coletou a informação através de fotos, documentos existentes e reportagens telefônicas. Uma das ênfases da pesquisa foi o grau de utilização de equipamentos específicos de rejeitos biomédicos (por ex., sacos de lixo codificados por cor, recipientes de objetos punço-cortantes, incineradores) para o cuidado da saúde pessoal em instituições de atenção à saúde e lugares de disposição de rejeitos.

biomedicalLaboratório clínico de grande pressão no Hospital St. George, Granada

Além disso, o Dr. Forde examinou:

• Legislação e políticas que regulam a gestão e disposição dos rejeitos biomédicos em vários ambientes da OECS.

• O nível e a freqüência de capacitação nos conceitos da gestão dos rejeitos biomédicos a todo o pessoal de atenção da saúde em cada instalação.

• Os métodos de tratamento e despejo dos rejeitos biomédicos tais como incineradores, autoclaves e recheios sanitários.

• Sistemas de registro e seguimento da existência de rejeitos biomédico utilizados para quantificar os dados.

 

 

O informe do Dr. Forde conclui com um número de recomendações, tanto a curto como ao longo prazo, que poderiam melhorar drasticamente a gestão dos rejeitos biomédicos na região da OECS. Forneceram manuais que estabelecem um programa de capacitação para a gestão dos rejeitos biomédicos aos governos da região que desejem começar a desenvolver um programa de capacitação. Estes manuais podem ser utilizadas para ajudar aos trabalhadores envolvidos na geração, gestão e disposição de rejeitos biomédicos a adotar as melhores práticas desenvolvidas na indústria.

 

 
 
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